Central Anitta » Anitta concede entrevista à GQ México
22
maio
18

A primeira coisa que contou animada foi: “Eu fui capa do GQ no Brasil recentemente!“. Esta sensual brasileira de 25 anos que é considerada a rainha da música urbana e que atualmente promove “Indecente” (nome do single…), visitou o México antes de sua turnê internacional. A linda morena do Rio de Janeiro respondeu nossas perguntas sobre sexo, romance e outros temas.

GQ: Você já é uma rainha, mas parece que quer expandir seu domínio para outros territórios.
Anitta: É minha intenção, cantar em outras línguas para alcançar outros países. Não é que eu não me sinta realizada pelo sucesso que tive no meu país, mas quanto mais, melhor. Mas eu não sou uma rainha! Eu gosto de estar perto das pessoas, se eu acho que sou o que elas dizem, então eu não vou lembrar quem eu era antes.

GQ: Você vai cantar no Royal Albert Hall em Londres (é isso que a realeza faz …)
Anitta: É isso mesmo, estarei em breve em Portugal, na França e nesse lugar importante na Inglaterra. É difícil para os brasileiros chegarem tão longe.

GQ: Ao mesmo tempo que você é uma artista de muito sucesso, você é uma porta-voz da libertação… Como tem sido trabalhar no seu feminismo?
Anitta: É mais difícil ser feminista quando se é mulher, eu pensava que não, mas com o tempo entendi que ser mulher é complicado, porque os outros querem impor regras a você.

GQ: Quais regras?
Anitta: Regras que deveriam fazer de você uma “boa mulher”, eu decidi não segui-las, que regras? Não há um jeito certo de ser mulher e respeitar aqueles que não querem ser como você. As mulheres não podem julgar outras mulheres também. Se a mulher quer ser sensual, deixe-a ser. Sim, as mulheres unidas são mais fortes.

GQ: O reggaeton é compatível com o feminismo? Eu digo isso por causa das letras que às vezes tendem a ter…
Anitta: Olha, eu acho que cada um faz a sua parte, eu canto minhas músicas falando por mim. As letras são uma particularidade de cada pessoa, de cada artista.

GQ: Sua música “Indecente” diz algo sobre você?
Anitta: Eu não escrevi, mas eles [compositores] fizeram sobre a minha vida, sobre como eu sou, minha personalidade, é uma música moldada em mim.

GQ: De onde vem essa indecência?
Anitta: Eu gosto da polêmica, não de um jeito ruim, mas de fazer as pessoas argumentarem por algo importante. Para um homem estar com 20 meninas é normal, mas para uma mulher é algo que parece ruim, algo deve ser feito sobre isso, discutir o assunto.

GQ: E o que você diz sobre as críticas? (Em um vídeo recente, Anitta mostrou sua celulite, sem complexos)
Anitta: Muitas pessoas gostam e muitas pessoas não, mas quando você é alguém verdadeiro, você está exposto a críticas. O que não funciona é odiar alguém porque ele não pensa da mesma maneira que você. Eu não gosto apenas de cantar, dançar e dormir, eu quero mudar a vida das pessoas com minhas músicas, e fazê-lo de uma forma divertida.

GQ: A lenda dos “latin lovers” continuará válida ou é um mito?
Anitta: Eu acho que eles são uma realidade, meu marido é latino, então sim, os “latin lovers” não são um mito, eles são os melhores, eu os amo.

GQ: Você gosta de tipos cavalheiros ou tipos ousados e sem limites no amor?
Anitta: Não, bem, os ousados, não há limites nisso. Claro, cada mulher tem o seu próprio, mas pessoalmente, não tenho limitações.

GQ: Para uma garota urbana, como ela deveria ser conquistada?
Anitta: O homem deve ser sincero, engraçado (o humor é necessário), quem me conquistar deve ser charmoso com bom caráter e princípios.

GQ: O que você procura no YouTube?
Anitta: Qualquer novo conhecimento, procuro coisas que não têm nada a ver com a minha profissão. Nada de passos de dança ou qualquer coisa assim.

GQ: As garotas também veem muita pornografia?
Anitta: Claro, eu adoro, se eles vêem, é o mesmo para nós.

GQ: A parte visual do seu show de onde vem?
Anitta: De filmes, filmes como O Poderoso Chefão, eu realmente gosto dessa estética, isso me inspira. Para os meus vídeos, sempre penso em filmes.

GQ: Você se considera uma mulher provocativa?
Anitta: Sim, mas no sentido de mudar pensamentos, de mostrar coisas que se movem para uma discussão. Isso é provocação.


Fonte: GQ México

Central Anitta Postagem por: Central Anitta
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