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19
jul
18

“Indecente”, honesta e sem medo, esta sensual garota nos confrontou com seus vídeos e sua música, trazendo à tona o pior e melhor de todos, nos mostrando que seguimos sendo uma sociedade machista.

Com mais de 270 milhões de visualizações no YouTube com seu sucesso “Vai Malandra“, Anitta não é apenas uma das artistas femininas mais influentes do momento, se não uma de nossas preferidas.

As respostas de Anitta são precisas e sólidas, reflexo da segurança que transparece como intérprete. São sinais contundentes do triunfo imparável que marca seu nome, vencendo por força da perseverança, conhecimento e coragem, conquistando vários prêmios e o reconhecimento geral que sustentam sua firme trajetória.

É uma mulher que assume o compromisso firmado com seu público (cada vez mais in love) que a acompanha e assim demonstra sua força vital, desafiante e sempre valente. É uma artista que ama e agradece tanto apoio, leal a seus princípios como pessoa e profissional.

COSMO MÉXICO: Em meio ao seu impressionante sucesso, você sente falta de algo da época em que era apenas Larissa de Macedo Machado?
Anitta: Não, nada. Lembro da minha vida passada com alegria, mas sem nostalgia, sou muito feliz agora porque sigo fazendo exatamente o que quero.

COSMO MÉXICO: Para Anitta, o que é ser sexy?
Anitta: Ter confiança em mim mesma, sentir e acreditar que tenho o controle de minha vida.

COSMO MÉXICO: Que resposta dá a quem objetifica a sensualidade de seus vídeos?
Anitta: Todo meu trabalho surge do meu corpo, da minha realidade, dos meus pensamentos e do que eu acredito. Sempre falo de mim e o que faço está retratado com total honestidade. A sensualidade é parte disso e é natural, não pode ser motivo de vergonha ou de censura.

COSMO MÉXICO: Segundo sua experiencia, as redes sociais podem somar coisas positivas ao cotidiano de seus usuários?
Anitta: Claro que sim, só que deve balancear seu uso para aproveita-las e evitar ser uma vítima delas.

COSMO MÉXICO: É considerada a rainha do pop brasileiro; como você lida com essa honra?
Anitta: Fico feliz que gostem do meu trabalho a ponto de representar o Brasil no mundo, embora prefiro não pensar semear títulos. Quero seguir com meus pés no chão, lembrando sempre da minha origem pois alí está a formula de como cheguei onde estou agora.

COSMO MÉXICO: Em seu maior sucesso está presente a realidade social do Brasil. Fale sobre isso.
Anitta: Em “Vai Malandra” (em espanhol, “Vamos Chica Mala“) tem um pouco do que vivi minha infância e minha adolescência, o que é muito importante pois também falo da vida de outras pessoas que se sentem representadas em minhas experiencias. Mostro parte da realidade do Brasil.

COSMO MÉXICO: Quais outros ritmos você gosta além do reggaeton?
Anitta: O funk, o samba, boleros e muito mais. Não penso em gêneros ou nas diferenças de ritmos. Na música existem coisas boas e ruins, só isso.

COSMO MÉXICO: Entre o amor e sua carreira, o que você escolheria?
Anitta: Acredito que ficaria com minha carreira, porque o amor é uma coisa de duas pessoas e não gosto da ideia de responsabilizar outra pessoa pela minha felicidade. Se eu decidir e tiver essa dúvida, talvez a pessoa não seja ideal, para que eu possa equilibrar as duas responsabilidades.

COSMO MÉXICO: Qual é seu sonho secreto que ainda não conquistou?
Anitta: Ser mãe é um sonho que não é para agora, mas que está presente.

COSMO MÉXICO: O púbico latino-americano é o seu aliado mais forte?
Anitta: Sim, definitivamente. Em primeiro lugar, o público brasileiro por ter o grande apoio inicialmente. Logo o resto dos países que visitei neste continente. Me surpreendi muito no México com o calor e entusiasmo pelo meu trabalho, eu ainda sorrio de felicidade por essa conquista.

COSMO MÉXICO: É difícil equilibrar a sua vida entre as afeições da família e dos amigos, juntamente com os compromissos da fama?
Anitta: É difícil porque minha agenda sempre está cheia, mas encontro uma maneira de atender os amigos e a família, tentando fazer com que estejam comigo nas viagens ou nas férias em casa. Eles me apoiam e me acompanham sem importar o lugar ou compromissos.

COSMO MÉXICO: Com quem e por quê gostou mais de fazer uma parceria musical?
Anitta: Com J Balvin. É um irmão que a vida me deu, para me ajudar e me ensinar. Amo muito.

COSMO MÉXICO: Quem são as três principais figuras da música que admira com devoção?
Anitta: Mariah Carey, Drake e J Balvin, claro.


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Fonte: Cosmopolitan México

18
jul
18

Confira o bate-papo de Anitta com a revista argentina Remix com Zarpado.

REMIX: Nome?
Anitta: Larissa de Macedo Machado. Meu apelido é Anitta.

REMIX: Como surgiu o seu nome “Anitta”?
Anitta: Com uma minissérie brasileira chamada “Presença de Anita”, uma menina que dizia que não precisava ser uma única mulher, e que poderia ser muitas mulheres diferentes a cada dia.

REMIX: Quando e onde você nasceu?
Anitta: No Rio de Janeiro, 30 de março de 1993.

REMIX: Que profissão você coloca em papeis de imigração quando viaja?
Anitta: Cantora

REMIX: O que você gostaria de saber sobre sua profissão antes de começar a trabalhar como cantora?
Anitta: Que não é fácil e nada é como eu pensava que seria.

REMIX: Uma referência na música?
Anitta: Beyoncé

REMIX: Seu novo projeto ou objetivo para o resto deste ano?
Anitta: Continuar fazendo meu trabalho, tentar torná-lo maior e alcançar mais lugares.

REMIX: Se fizessem um filme sobre você, quem poderia fazer a sua personagem?
Anitta: Provavelmente uma atriz brasileira, pela linguagem, pelo sotaque e pela dança.

REMIX: Quais são seus sapatos favoritos?
Anitta: Adidas, sempre.

REMIX: Tua comida favorita?
Anitta: Panquecas com iogurte e morangos.

REMIX: Um som que você ama?
Anitta: A água.

REMIX: Um som que você odeia?
Anitta: Cachorro latindo e pessoas brigando.

REMIX: Quem não poderia faltar na lista da sua festa perfeita?
Anitta: Uma boa festa precisa da minha família, dos meus amigos, da minha equipe e penetras, porque em todas as festas sempre tem que haver algum penetra.

REMIX: As pessoas ficariam surpresas em saber disso …
Anitta: Eu sou frágil às vezes.


Fonte: REMIX/ZARPADO

23
jun
18

A cantora sobe ao palco do Rock in Rio Lisboa este domingo, no mesmo dia de Bruno Mars e Demi Lovato, naquela que será a primeira atuação em solo nacional.

SAPO24: Porque é que só agora temos a Anitta em palcos nacionais?
Anitta: Olha, pois é. Demorou, mas foi uma demora boa. Criou uma expectativa. Sempre quis ir a um país quando eu já tivesse um tempo de carreira suficiente para conseguir fazer um show incrível. Não gosto de entregar meia bomba, sabe? Acho que agora é o momento certo.

SAPO24: Que pergunta é que está farta que lhe façam?
Anitta: Ai! “Como é que você começou a sua carreira?”. Mas faz parte, não é? Todo o mundo quer saber.

SAPO24: Já conquistou o Mundo. O que é que alavancou o seu sucesso?
Anitta: Acho que é a verdade. Eu sou muito verdadeira, muito sincera no meu trabalho. Não só nas coisas que falo, mas no trabalho em si. Não faço nada em que não acredite. Então, acho que é isso.

SAPO24: Desde 2014 que assumiu a gestão da sua carreira. Como é ser artista e estrategista da sua carreira? Ou melhor, o que separa a cantora Anitta da empresária Anitta? Ou nada as separa?
Anitta: No palco eu estou ali com uma única missão: a de entreter e alegrar as pessoas. Fora do palco e como empresária é garantir que tudo dê certo para que a Anitta [cantora] consiga subir e pôr em prática o trabalho dela.

SAPO24: Música é informação. Como é que através dos seus temas passa uma mensagem e relata a realidade do Brasil de hoje?
Anitta: Tento fazer isso de uma maneira leve e divertida. Tento provocar o debate sem que precise necessariamente de estar discursando sobre o assunto. [Como?] Colocando nos meus vídeos algo que faça as pessoas debater e nas minhas letras algo que as faça conversar. Acho importante causar isso nas pessoas porque é com conversa e com debate que você muda o pensamento, que você melhora e vai para a frente. O “Vai Malandra” levantou um grande debate, dentro e fora do Brasil. Óbvio que muita gente concordou comigo, outra que não. A intenção não era que concordassem, mas sim que pudessem expor a sua opinião. Deixando claro que, independentemente de você pensar diferente de mim, ou não, eu tenho que respeitar e não te posso odiar só porque não pensa igual a mim.

SAPO24: Os seus temas falam e transmitem uma ideia de empoderamento feminino. É feminista?
Anitta: Sim, com certeza. Ser feminista é lutar pela liberdade, de escolher o que você quiser, de não precisar de seguir as regras, de ter os direitos iguais a todo o mundo, a não ser subestimada por ser x ou y. Mas isso, hoje em dia, não se aplica só às mulheres. Também se aplica aos transexuais, aos homossexuais e a toda a gente que se disponha a ser diferente da maioria.

SAPO24: A Anitta não segue regras ou faz as suas próprias regras?
Anitta: Faço as minhas próprias regras, com certeza. Seguir regras é importante. Até porque, poxa, se não tivesse regras seria difícil viver em sociedade. Mas o importante é você escolher aquelas regras que te fazem sentido.

SAPO24: E que regras são essas?
Anitta: O respeito vem acima de tudo. A partir do momento em que você invade o espaço do outro, você está errando. Se você não está invadindo o espaço do outro, você está livre para fazer com você o que você quiser.

SAPO24: Que barreiras ainda quer ultrapassar, a todos os níveis — do pessoal ao profissional?
Anitta: Olha, eu sou muito realizada hoje com o que já fiz. O que eu puder crescer é bacana, mas eu não me frustro se não acontecer. E não sou aquela pessoa de ficar querendo mais até… Sabe? De não estar nunca satisfeita. Não, eu estou feliz e o que vier a mais é bom. Não sei, até, se conseguiria estar mais feliz. Agora estou só trabalhando dando seguimento ao que já faço. Espero que as coisas continuem caminhando do jeito que elas estão.

SAPO24: Sente que pode ser um exemplo para muitas mulheres? Não só no Brasil, mas para todas as mulheres que ouvem a sua música?
Anitta: Espero que sim. Porque eu vim de uma origem muito humilde e não é fácil você conseguir chegar tão longe tendo a realidade de vida que eu tive. Então, espero um dia poder contar a minha história nos mínimos detalhes para que possa dar força para outras pessoas.

SAPO24: Com a exposição constante nas redes sociais sente uma obrigação de ter uma opinião sobre tudo? Recordo-me das críticas de que foi alvo por não reagir à morte da vereadora e ativista Marielle Franco…
Anitta: As pessoas querem muito que você tenha uma opinião. E eu tenho uma opinião sobre tudo, óbvio. Só que eu sou uma figura pública com milhões de seguidores. Hoje em dia, não sei como é aqui, mas no Brasil as pessoas não têm aceitado muito que o outro pense diferente. Então, é muito difícil dar uma opinião sem trazer para você montes de inimigos. Eu dou a minha opinião da maneira que eu acredito. [Nessa situação da Marielle] Muita gente falou mal porque eu disse que me manifestaria depois. As pessoas querem [esse comentário] na hora. E para mim a vida é muito mais que as redes sociais, entende? Faço o meu papel como cidadã e como ser humano da maneira que eu acredito, não significa que postando, ou não, nas minhas redes sociais estou ou deixei de estar fazendo o meu papel. As pessoas têm de relaxar um pouco com essa coisa da Internet, ela é legal e importante, mas não é tudo.

SAPO24: Estamos em pleno Campeonato do Mundo – aliás, o Brasil jogou hoje [sexta-feira, 22], e venceu já nos descontos. Cantou com Thiaguinho um hino para a “Copa” intitulado “Mostra a Tua Força, Brasil”. É torcedora?
Anitta: Eu torço, mas não sou fanática. Quero saber se o Brasil ganhou ou perdeu, mas não paro tudo para ver o jogo. Hoje eu estava cochilando porque estava muito cansada [Anitta viajou durante esta sexta-feira para Portugal]. Vejo muita gente comemorando a perda dos outros e eu não sou assim não, ok? Fico feliz quando o Brasil ganha, mas também fico quando as outras seleções vencem. Espero muito que o Brasil chegue na final, porque dará uma alegria muito necessária para os brasileiros. Espero que sim, mas também não fico festejando os países que caem. Torço para Portugal se dar bem, para o México… Poxa, fiquei triste com a derrota da Argentina [perdeu com três golos a zero contra a Croácia] que é um país que me recebe muito bem também.

SAPO24: O que podemos esperar do concerto deste domingo no Rock in Rio Lisboa?
Anitta: Acho que vou me superar. E espero que as pessoas se surpreendam.


Fonte: SAPO24

22
jun
18

Comecei no Brasil cantando funk, que no meu país é o mesmo que o reggaetón é para o resto dos países da América Latina“, diz Larissa de Macedo Machado, mais conhecida como Anitta (25). A nova sensação do pop brasileiro passou brevemente pela Argentina para cantar no Teatro Vorterix, que parecia lotado como parte de uma festa Plop. “O povo argentino é muito carinhoso. Fiquei muito feliz com a repercussão. As pessoas conheciam as músicas, cantavam em português, em espanhol … sei que tenho que voltar “, promete.

Nascida no Rio de Janeiro, Anitta é agora um fenômeno de massa – seus vídeos no YouTube quebram recordes de visualizações e tem 29 milhões de seguidores no Instagram – que vieram preencher um vazio em um país onde até a música mais comercial costumava ser uma reminiscência de mais sons próprios, como bossa ou samba. Anitta se apegou ao funk carioca, um ritmo muito popular nas favelas, e se estabeleceu como uma das poucas referências femininas do gênero. “Para mim, essa diferença entre reggaetón e funk não existe. O ritmo é diferente, mas a essência é a mesma“, diz ela.

Então ela esclarece: “Eu também misturo outros ritmos. Eu não canto apenas urbano; Eu canto um pouco de tudo porque é parte de ser eclético“. Em ‘Fica Tudo Bem‘, onde colaborou com o cantor indie Silva, ela mostra que a bossa nova também se encaixa nela. “Meu início na música foi com músicas mais próximas a esse estilo, mais lentas, mais melódicas. Então, para comercial, para cultura pop, eu canto urbano. Mas aprendi a cantar com esse tipo de música. E eu amo voltar para eles“, explica ela.

E imediatamente adianta que já está trabalhando em um disco mais próximo a isso. “Mas para esse tipo de coisa, menos comercial ou menos popular, sou muito crítica. A música tem que ser perfeita. Não é fácil fazer uma música como essa. Leva mais tempo“.

Se Anitta no Brasil já era um sucesso desde 2013, com seu primeiro álbum, seu salto internacional veio de colaborações compartilhadas com artistas como J Balvin, Maluma, Major Lazer ou o produtor americano Poo Bear, colaborador habitual de Justin Bieber. A partir desses cruzes veio o cantor gravou singles em português, inglês e espanhol. Agora, depois de passar por Buenos Aires, Anitta vai cantar pela primeira vez em Lisboa.

Hoje eu sou minha marca. Eu tenho minha empresa, com artistas que gerencio como empresária, e estou muito feliz em gerenciar meu trabalho sozinha, com escritórios em muitos lugares do mundo. Eu tenho uma equipe aqui, na Argentina, e também no México e nos Estados Unidos“, diz ela.

Alguns meses atrás, Anitta levantou poeira com o lançamento do vídeo da música ‘Vai Malandra‘, que já ultrapassou 274 milhões de visualizações no YouTube, e em que ela aparece cercada por homens, mostrando seus atributos físicos – em uma sequência, um rapper usa seu bumbum como um tambor, com as favelas do Rio como contexto.

Clarin: Muitos grupos sociais criticaram o vídeo [de Vai Malandra] por exibir como objeto sexual. Onde você está diante dessas críticas?
Anitta: Este vídeo para mim é como uma revolução. Eu estou mostrando minha essência no vídeo. E a essência de uma parte da população brasileira que mora nas favelas. Vivi essa realidade desde que nasci, até os 19 anos. Foi como voltar no tempo.

Clarin: E as críticas?
Anitta: Eu acho que quando você faz algo grande e controverso que vai resultar em discussões entre pessoas, não há como a crítica não existir. E se você é uma pessoa pública, está exposto a boas e más críticas. Eu gosto de fazer vídeos que provocam esse debate. Porque além de fazer músicas para dançar e curtir, você tem algo para conversar, trocar e confrontar opiniões. Eu não preciso que todos concordem comigo. É mais importante para mim aceitar que há outros que pensam de forma diferente.

Clarin: O que você quis dizer ou mostrar em “Vai Malandra“?
Anitta: A minha visão nesse vídeo foi: ‘Eu ainda sou a mesma de sempre’. As coisas que eu fiz quando criança eu continuo fazendo elas. E também, mostre que sou normal, como muitas mulheres. É por isso que mostro minha celulite, que eu a tenho; não há razão para negar isso. E eu estou feliz assim, tudo bem. Eu não vou parar de viver por causa disso.

Clarin: Mudando um pouco de assunto, você sabe que na Argentina o projeto da legalização do aborto, seguro e gratuito já tem metade da sanção. Você tem alguma posição sobre isso?
Anitta: No Brasil ainda é proibido. Eu acho que todos deveriam ser capazes de fazer o que quiserem com o corpo. Principalmente mulheres. Tudo na vida é mais difícil quando você é mulher. Eu pensava que não, até que comecei a trabalhar e vi que é assim. Além disso, você não está proibindo as pessoas de nascerem. Eles vão procurar maneiras ilegais de fazê-lo e, portanto, se colocarão em perigo de morrer. Eu acho que você tem que educar todos eles sexualmente, para evitar algo que eles não querem. Mas se a pessoa quiser fazer isso, existe uma opção segura. Para minha religião, pelo que acredito, não o faria. Mas não tenho nada a ver ou forçar a fazer qualquer coisa com o corpo de outra pessoa.

Clarin: E em um país tão católico quanto o Brasil, você vê que é difícil discutir isso em um futuro próximo?
Anitta: Eu acredito que no Brasil as mulheres estão lutando muito pela liberdade, pela independência. Eu acho que é possível, e é bom que seja debatido. Eu gosto da liberdade, das pessoas, de escolher o que querem fazer da vida. Eu acho que é possível.

20
jun
18

Anitta anunciou mais uma novidade! Através do IGTV, nova plataforma do Instagram, a cantora irá mostrar todo o processo de produção e de escolha para o seu novo single. O ‘esquenta’ teve início hoje, 20, e deve ir até o dia do lançamento do novo single de Anitta, previsto para sair dia 20 de julho.

Veneno” e “Medicina” são as duas músicas, em espanhol, que estão na disputa para se tornar o novo hit da cantora. Anitta e sua equipe irão escolher entre as duas opções para lançar como single e os fãs poderão acompanhar tudo.

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