Central Anitta » CH Week: A rainha do mundo
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Há algumas semanas, Anitta causou mais uma vez ao lançar o clipe baphônico de Is That For Me, em parceria com o DJ sueco Alesso. Em menos de uma semana, o vídeo, gravado na Amazônia, chegou ao quarto lugar do Viral 50 Global do Spotify e alcançou o topo das paradas brasileiras.

Em entrevista exclusiva à CAPRICHO WEEK, a cantora falou sobre o sucesso da música nova e os próximos passos do projeto Xeque-Mate, que promete lançar um clipe por mês. Ah, nem precisa dizer que as fotos que ilustram a materia foram feitas num ensaio especial no meio da Floresta Amazônia, né?


CH: Anitta, o clipe de Is That For Me teve mais de 12 milhões de visualizações no YouTube antes mesmo de completar uma semana. Parece que tudo o que você lança é garantia de sucesso. Ainda fica nervosa quando vai soltar uma música nova?
Anitta: Claro! Até porque não dá tudo certo o tempo todo. São várias coisas que acontecem no meio do caminho. Mas fiquei muito feliz com o resultado de Is That For Me. O clipe é o resultado de muito trabalho e esforço, e agora tenho a sensação de dever cumprido.

CH: Como se sentiu quando estava gravando o clipe na Amazônia?
Anitta: A energia de lá é uma coisa sem igual. Amei cada segundo de estar lá. Nunca tinha ido para a Amazônia e foi a melhor experiência da minha vida. E me sinto ainda mais feliz agora, vendo a repercussão do clipe. O Alesso tem público lá fora, então teve noticia sobre a música em francês, italiano, espanhol… É muito legal poder levar a Floresta Amazônica para o mundo.

CH: Não rolou um medinho na hora de entrar no rio e dar de cara com um jacaré ou uma cobra?
Anitta: Cara, eu nem pensei nisso, sabia? Só depois que postei os vídeos dos bastidores, quando o pessoal começou a comentar, é que eu parei e pensei: “Será que realmente poderia ter vindo um bicho?” (risos).

CH: Como foi a escolha do figurino
Anitta: Deixei tudo por conta da minha stylist (a estilista Yasmine Sterea). Ela tinha algumas referências da Amazônia, da floresta, dos animais… A ideia era levantar a bandeira da preservação, dos animais em extinção, da matança, e chamar a atenção para essas belezas naturais que estão se acabando.

CH: Você tem algum look preferido?
Anitta: O que eu mais gostei doi o das luvas rosas. Mas curti também o da noite, na figueira, com as penas.

CH: Essa história de que você chamou um xamã para garantir o céu azul no dia da gravação do clipe de Is That For Me é verdade?
Anitta: É mentira! A gente chamou um no final de tudo, porque eu adorei a energia do lugar e queria agradecer, mas não teve nada a ver o clima, não.

CH: Dá uma dica pra gente: a próxima música do projeto Xeque-Mate vai ser em inglês, português ou espanhol?
Anitta: Ah, ainda é segredo. Mas tem coisa boa vindo aí! Vou cantar nos três idiomas no projeto. E o que posso revelar, por enquanto, é que não vai ter mais nenhuma música lenta. Ah, e teremos mais parcerias.

CH: Hummm, legal! Esses dias você fez Stories mostrando a primeira versão do clipe de Vai Malandra. Podemos esperará-lo para breve?
Anitta: A gente tem a intenção de que essa seja a última música do projeto, justamente porque é o grande xeque-mate, né? Nós viemos numa crescente, cada música e cada clipe vão melhorando, até que vamos chegar ao Vai Malandra, que pra mim é o mais incrível.

CH: Como foi a experiência de gravar numa comunidade do Rio de Janeiro?
Anitta: Foi inacreditável. Espero que o Brasil inteiro se apaixone pelo clipe e que a gente possa mostrar bem a cultura da favela e da comunidade, que eu amo tanto e que tem tudo a ver comigo.

CH: Agora você está direto nos Estados Unidos. Vai para lá para trabalhar ou para curtir os dias de folga?
Anitta: Vou quando tenho alguns compromissos de trabalho, mas sempre tento aproveitar para pegar uma folguinha e ter um momento de lazer também. Tento mesclar um pouco dos dois, porque a vida não é feita só de lazer ou só de trabalho, né?

CH: Você sente que tem mais liberdade lá, por ainda não ser tão reconhecida na rua?
Anitta: Agora nem tanto. Da última vez em que estive lá, fui bem reconhecida por uma galera latina, por causa de Paradinha. É óbvio que a carreira internacional não vai acontecer com a velocidade e a potência que o brasileiro está esperando. As coisas não acontecem de um dia para o outro. Aqui no Brasil, demorei sete anos para chegar aonde estou hoje. Não foi de repente. Globalmente, com a quantidade de pessoas tentando a mesma coisa, também não vai ser de repente que eu vou conseguir. A gente tem que ir aos pouquinhos. Cada pequena conquista é uma vitória nova.

CH: Como se sentiu ao ser reconhecida por gringos?
Anitta: É como voltar ao passado, quando estava no começo da carreira no Brasil. Nessa minha última ida aos Estados Unidos, quando fui parada por alguns latinos que me reconheceram, fiquei bem surpresa, feliz e encantada. Foi bem legal.

CH: Apesar de todo o esforço para fazer a carreira internacional dar certo, você não foi indicada ao Grammy Latino. Ficou chateada com a notícia?
Anitta: Não, nem vi isso. Acho que estava viajando ou fazendo alguma coisa que eu não reparei, para ser bem sincera. Para mim, a resposta do público com meu trabalho é maior do que qualquer premiação ou coisa do tipo. Eu não ligo tanto nisso, não.

CH: Você ouviu a versão em espanhol que Maluma postou no Instagram de Você Partiu Meu Coração?
Anitta: Eu não vi! Existe? Não estava sabendo, não. Vou olhar. Que legal!


Fonte: CH Week

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